quarta-feira, 29 de julho de 2009

manifesto da minh'alma

No desabrochar das pétalas brancas,
na leveza desta nova roupagem,
no seio do rebanho
ela dorme,
negra.

Independentemente de qualquer alvorada,
por detrás desta nova máscara,
à margem de toda a dança e riso,
ela permanecerá
negra.

By me.

2 comentários:

Patrícia Rodrigues disse...

Afinal continuamos a ser os mesmos no bem fundo de nós, ainda que o que está à nossa volta mude à velocidade de um clique da máquina que tira uma fotografia...

Marta disse...

é lindo este poema.

:) ~ ~